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Curiosidades

O Romantismo

Publicado em 06 de setembro de 2026

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O Romantismo

As primeiras décadas do século XIX foram dominadas pelo Romantismo. A arte romântica expressava a individualidade, o heroísmo, a liberdade, os sentimentos profundos. Correspondia a uma sociedade que falava o tempo inteiro de direitos individuais, heróis napoleônicos eram conservadores e idealizavam a Idade Média. Outros, revolucionários, sonhavam com a nova sociedade. Eram poetas que escreviam palavras ardentes para a bem-amada e versos vibrantes pela liberdade, artistas que revelavam o nacionalismo pela redescoberta do folclore, das lendas e canções populares. Como você percebe, aqui o romantismo foi um rico movimento com obras de terceira categoria destinadas a provocar emoções fáceis em pessoas intelectualmente pouco exigentes.

Na literatura, os grandes nomes foram os alemães Goethe, Schiller e Heine, os franceses Musset e Victor Hugo, o inglês Byron. Na música, o século XIX foi, antes de tudo, da cultura alemã: Shubert, Shumann, Mendelssohn, Brahms e Brucker, mas também o polonês Chopin, o húngaro Liszt, o tcheco Dvorák e o russo Tchaikovsky. Existe uma filosofia romântica, que valoriza a subjetividade e, em alguns autores, a irracionalidade. Por exemplo, nas obras de Shelling, Hegel, Kierkegaard e Shopenhauser. Na pintura, existem os românticos que usam pinceladas rápidas e cores fortes para mostrar cenas que transmitem emoções profundas: o francês Delacrouix, os ingleses Constable e Turner, o espanhol Goya; o alemão Friedrich.

Mas existem também os neoclássicos, que apesar de mais contidos, buscando a simplicidade e a inspiração em Roma antiga, dando mais atenção à forma do que ao sentimento, também estavam impregnados de ideais românticos de perfeição, grandiosidade e heroísmo: Ingres e Louis David foram exemplos. As célebres pinturas de Napoleão feitas por David são neoclássicas na forma, mas cheias de conteúdos romântico no seu culto ao herói.

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O Romantismo 2 min de leitura