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Idade Moderna

Império Oyo e Ahanti

Publicado em 13 de novembro de 2025

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Império Oyo e Ahanti

Durante o século XVIII, o tráfico de escravos africanos continuou a se expandir. Pequenos estados africanos próximos à costa ocidental funcionavam como fornecedores para os europeus e se tornavam impérios de tamanho considerável.

O reino ioruba de Oyo, situado no que é hoje o sudoeste da Nigéria e o sul do Benim, expandiu-se para o sudoeste no século XVIII, assegurando assim uma rota para a costa e dominando o tráfico de escravos no Atlântico. Os povos das terras conquistadas – entre elas o Reino de Daomé – eram vendidos aos europeus ou usados como mão de obra escrava nas fazendas do reino. Para governar seus territórios, os oyo desenvolveram uma estrutura política altamente sofisticada. O império ruiu no início do século XIX, em decorrência de revoltas locais, incursões estrangeiras e declínio na demanda de escravos.

O Império Ashanti controlou, durante os séculos XVIII e XIX, o que é hoje o sul de Gana, o Togo e a Costa do Marfim. Sua riqueza se baseava no comércio de ouro e de escravos, os quais negociava com mercadores britânicos e holandeses em troca de armas de fogo. Seu território, que incluía alguns estados antes sujeitos ao reino de Denkuira, tinha entre 3 e 5 milhões de habitantes, governados por uma poderosa administração central estabelecida em Kumasi, cidade que também se tornou um centro produtor de ornamentos de ouro e prata.

No século XIX, os ashanti empreenderam uma série de campanhas militares contra o poder colonial da Grã-Bretanha, que procurava reforçar sua posição na África Ocidental. Alguns sucessos iniciais foram seguidos por uma virada na sorte em 1826, quando perderam territórios para os britânicos. Em 1902, finalmente, o Império Ashanti foi submetido ao Império Britânico.

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Império Oyo e Ahanti 2 min de leitura