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Religiões em Roma

Publicado em 14 de agosto de 2026

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Religiões em Roma

Havia cultos privados nas casas dos homens ricos, mas as grandes manifestações públicas eram realizadas em templos construídos pelo Estado e celebradas por sacerdotes e magistrados custeados pelo poder público. Além dos templos havia outros locais de culto como, por exemplo, os bosques sagrados. O ato fundamental do culto era o sacrifício de um animal, feito para que os deuses não ficassem zangados.

Os romanos eram abertos às religiões estrangeiras. O caso mais famoso dessa assimilação religiosa foi o dos dos deuses gregos. É por isso que se fala em mitologia grego-romana. Veja só: O Zeus grego é o Júpiter romano, e assim Afrodite é Vênus, Ares é Marte, Hermes é Mercúrio, Hades é Plutão, Posêidon é Vulcano, Artêmis é Diana, Hera é Juno, Cronos (deus grego do tempo) é o Saturno romano, e Apolo grego manteve o nome de Apolo entre o romanos.

Na época do Império, essas crenças começaram a ser substituídas por novas religiões vindas de regiões dominadas pelos romanos na Ásia, como os cultos a Ísis, Mitra e Cibele (cujos sacerdotes eram homens que haviam sofrido castração completa). As autoridades romanas toleravam as religiões estrangeiras, mas alguns cultos foram interditados. Por exemplo, as festas de Baco (deus do vinho, dos prazeres desenfreados e da loucura - daí a palavra bacanal) foram proibidas porque terminavam em desordens públicas (brigas na rua, quebradeiras). O culto de Ísis, que veio do Egito, também foi atacado pelo Estado porque seus seguidores faziam cultos secretos, o que poderia ser potencialmente subversivo.

Uma outra crença religiosa conquistou inúmeros adeptos e acabou predominando no Império Romano. Você já deve imaginar que crença era essa: o cristianismo.

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Religiões em Roma 2 min de leitura