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Curiosidades

Colônias: liberdade para a inteligência

Publicado em 20 de agosto de 2026

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Colônias: liberdade para a inteligência

Boa parte dos colonos ingleses eram protestantes calvinistas (havia também seguidores de inúmeras outras igrejas cristãs, como batistas e os quakers). Valorizavam o trabalho e a acumulação de capital. Para eles, o estudo era uma forma de aperfeiçoar a capacidade de trabalhar. Por isso criaram muitas escolas e universidades. O resultado foi que no século XVIII, a proporção de adultos que sabiam ler, escrever e fazer contas superava muitos países europeus.

As Treze Colônias também tinham liberdade para importar livros da Europa e para ter suas próprias gráficas, que publicavam jornais e livros. No Brasil, a maioria dos colonos era analfabeta. Somente os filhos das famílias ricas podiam estudar. Portugal proibia cursos superiores no Brasil. Para fazer faculdade era preciso ir morar na Europa.

Na América Espanhola puderam existir universidades. Entretanto, a maioria delas servia apenas para formar padres. No Brasil também era proibido ter imprensa. Nada podia ser publicado aqui. Os livros importados da Europa eram fiscalizados. Se tivessem idéias religiosas ou políticas contrárias à Igreja Católica e ao absolutismo, não podiam entrar.

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