O imperador foi avisado por telegrama, em Petrópolis, de tudo o que havia ocorrido: o ministério estava deposto e era preciso tom...
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Crônica de uma República nã...
O imperador foi avisado por telegrama, em Petrópolis, de tudo o que havia ocorrido: o ministério estava deposto e era preciso tomar providências.
História2 / 5
Crônica de uma República nã...
Já no Rio de Janeiro, estabeleceu-se, no Paço Imperial, um gabinete para gerir a crise. Estava tudo sob controle, tratava-se apenas de arranjar um primeiro-ministro que fosse simpático nem tanto às...
História3 / 5
Crônica de uma República nã...
O ministro deposto – Ouro Preto – indicou ao imperador o nome de Gaspar Silveira Martins, que se encontrava em Santa Catarina. O nome do experiente José Antônio Saraiva era o mais indicado para con...
História4 / 5
Crônica de uma República nã...
Alguém do Gabinete de Crise fez com que a mera sondagem em torno do nome de Silveira Martins chegasse aos ouvidos de Benjamim Constant. Ato contínuo, Benjamim – que procurava convencer Deodoro a av...
História5 / 5
Crônica de uma República nã...
A transição da Monarquia para a República no Brasil ocorreu de forma quase imperceptível. Foi uma farsa. Não alterou em nada a rotina do povo, da cidade ou do país. Não passou, portanto, de um arra...
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