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Cidades do Brasil

Pindamonhangaba (SP)

Publicado em 04 de julho de 2026

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Pindamonhangaba (SP)

Pindamonhangaba é um município brasileiro da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte no interior do estado de São Paulo. É uma das dez cidades que integram a Região Imediata de Taubaté-Pindamonhangaba que, por sua vez, é uma das cinco regiões imediatas que formam a Região Intermediária de São José dos Campos. Sua população aferida pelo IBGE, no Censo de 2022, era de 165 428 habitantes, distribuídos em uma área de 731,355 km², o que resultava em uma densidade populacional de 226,2 habitantes por km². Em número de habitantes, está na 179.ª posição no país e na 49.ª no estado.

A Rodovia Presidente Dutra km 99 é o principal acesso ao município, que está localizado a 100km da divisa com o estado Rio de Janeiro e a 50km de Minas Gerais. Está localizada a 146km da capital São Paulo. Pindamonhangaba ainda faz divisa com a estância climática de Campos do Jordão (50km de distância pela Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro ou pela Estrada de Ferro Campos do Jordão).

A cidade possui o maior polo industrial de reciclagem de latas de alumínio da América Latina. Também possui a maior comunidade ligada ao Movimento Hare Krishna da América Latina.

Pertencente ao Vale do Paraíba e ao Vale Histórico, é um grande destino turístico devido às suas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, ao carnaval e à sua rica cultura e culinária caipira, fazendo parte da "Rota Gastronômica do Vale do Paraíba & Mantiqueira", em que é possível encontrar cervejarias artesanais, empórios de azeite, produtores de banana, restaurantes especializados em risoto de queijo de cabra e gelato de doce de leite com macadâmia. É considerado um Município de Interesse Turístico (MIT).

Toponímia

O nome da cidade deriva da frase tupi pindá monhangaba, que significa "lugar onde se fazem anzóis". Analisando cada elemento em separado: o nome do município é formado através da junção das palavras pindá (anzol), monhang (fazer), -ab (sufixo que indica o lugar onde se faz algo) e -a (sufixo substantivador que quase sempre acompanha o sufixo -ab, sendo ambos considerados frequentemente um único sufixo -aba).

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História

São duas as teorias sobre a fundação da cidade:

Primeira teoria

A região da atual Pindamonhangaba foi ocupada por portugueses pelo menos desde 22 de julho de 1643, registro mais remoto da ocupação por um certo capitão João do Prado Martins. Seis anos depois, em 17 de maio de 1649, a área foi formalizada como uma sesmaria e doada ao capitão. Parece não haver informação sobre o que ocorreu entre esta data e 12 de agosto de 1672, portanto 23 anos depois, data do primeiro registro da construção de uma capela em homenagem a São José pelos irmãos Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme, filhos do bandeirante Brás Esteves Leme, que fundaram a povoação de São José de Pindamonhangaba, tendo o padre João de Faria Fialho como primeiro vigário. Os irmãos Leme teriam adquirido da Condessa de Vimieiro essas glebas de terra ao norte da Vila de Taubaté, à margem direita do Rio Paraíba do Sul. Não há notícia de como a sesmaria teria passado das mãos do Capitão Martins para a Condessa de Vimieiro. A capela foi edificada no alto de uma colina, exatamente onde hoje se localiza a Praça Padre João de Faria Fialho, conhecida como praça do Quartel.

Baseado nesta teoria, em 7 de dezembro de 1953, o então prefeito Caio Gomes Figueiredo (1952-1955 e 1969-1972) oficializou, pela Lei 197, a data de 12 de agosto de 1672 como a data da fundação de Pindamonhangaba, tendo como fundadores, Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme. Esta lei, porém, foi revogada em 1973, como se verá a seguir.

Segunda teoria

No início do Século XVII, sesmarias foram sendo concedidas na zona de Taubaté – Pindamonhangaba – Guaratinguetá, destacando-se uma que foi concedida em 17 de maio de 1649 ao capitão João do Prado Martins na paragem chamada Pindamonhangaba. De acordo com a respectiva carta de doação, esse povoador, vindo de São Paulo com a família e agregados, já estava de posse de suas terras, naquela paragem, desde o dia 22 de julho de 1643. Por esta teoria, seria então a data de fundação de Pindamonhangaba, pois o sítio então aberto por João do Prado se situava no mesmo rocio da futura vila e cidade de nossos dias. A partir daí, da paragem à margem direita do Rio Paraíba do Sul, teria se formado um bairro dependente de Taubaté, para onde foram afluindo novos povoadores e moradores. Começou a funcionar, no povoado, uma igreja, de porte pequeno, cujo orago era Nossa Senhora do Bom Sucesso. A sua ereção foi devida ao padre João de Faria Fialho, considerado, segundo esta teoria, o fundador de Pindamonhangaba. Aquela antiga igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso, edificada na atual praça Padre João de Faria Fialho ou praça do Quartel, cedeu seu orago para o novo templo, construído em 1707 pelo mesmo sacerdote, onde é a atual capela-mor da Matriz (Santuário Mariano Diocesano). A igreja antiga no largo do Quartel tomou o orago de São José a partir de 1727. Foi demolida em 1840, tendo sido transferida para uma nova, edificada no largo São José, atual praça Barão do Rio Branco, cuja construção foi concluída em 1848. No local estão sepultados os corpos de soldados do Império, que integravam a guarda de honra de Dom Pedro. A igreja, tombada pelo patrimônio histórico, foi interditada em 2010 por apresentar rachaduras nas paredes, que são de taipa de pilão.

Data oficial da fundação

Diante das incertezas históricas sobre a data de fundação (12 de agosto de 1672 pela primeira teoria ou 22 de julho de 1643, pela segunda teoria), o prefeito João Bosco Nogueira (1973-1976 e 1983-1988) promulgou a Lei Municipal n° 1336, de 9 de março de 1973, oficializando a data magna do município como sendo a data da emancipação política, 10 de julho de 1705, revogando a lei anterior. Esta data permanece a oficial até que seja encontrada de forma documental, a verdadeira data da fundação.

Desenvolvimento

Em fins do século XVII, Pindamonhangaba vivia apenas da agricultura de subsistência. No início do século XVIII, alguns pindenses saem para a Serra da Mantiqueira e para Minas Gerais para desbravar novas terras e acabam beneficiando a Vila e o Vale do Paraíba com o ouro ali encontrado, mas em torno de 1778 o ouro começa a escassear e estanca a economia de Pindamonhangaba e do Vale do Paraíba.

Por volta de 1789, para suprir as necessidades trazidas pela falta de ouro, o Vale acha na agricultura do café uma saída para a economia.

Durante o século XVIII, além do café, desenvolveu-se também em Pindamonhangaba uma atividade agropastoril, com predominância da cultura de cana-de-açúcar e a produção de açúcar e aguardente em engenhos. Durante o período do café no Brasil, a cidade viveu sua fase de maior brilho e se destacou no cenário Nacional. O ciclo do café floresceu no Município a partir de 1820, e Pindamonhangaba se tornou um grande centro cafeeiro, apoiado em suas terras férteis e na mão de obra escrava. Entre 1840 e 1860 Pindamonhangaba atinge o auge da nobreza, tornando-se a maior produtora de café da região. Nessa época, foram construídos o Palácio Dez de Julho, o Palacete Visconde da Palmeira, o Palacete Tiradentes, a Igreja São José e a Igreja Matriz Nossa Senhora do Bom Sucesso, que ainda hoje são marcos da riqueza produzida pelo café.

Pindamonhangaba foi elevada a cidade pela lei provincial nº 17 de 3 de abril de 1849 e ganhou, do cronista e poeta Emílio Zaluar em 1860, o título de "Princesa do Norte".

A nobreza rural neste período esteve bem representada em Pindamonhangaba:

Custódio Gomes Varella Lessa (?-1855), Barão de Paraibuna

Manuel Marcondes Oliveira Mello (1780-1863), primeiro Barão de Pindamonhangaba

Francisco Marcondes Homem de Mello (1804-1881), segundo Barão e depois Visconde de Pindamonhangaba

Antonio Salgado da Silva (1805-1888), Barão e depois Visconde da Palmeira

Ignácio Bicudo de Siqueira Salgado (1812-1894), Barão de Itapeva

Antonio Vieira de Oliveira Neves (1815-1905), Barão de Taubaté

Benedita Bicudo Varela Lessa (1822-1906), Viscondessa de Paraibuna

Manuel Ignácio Marcondes Romeiro (1825-1890), Barão de Romeiro

Francisco Ignácio Marcondes Homem de Mello (1837-1918), Barão Homem de Mello

Elói Bicudo Varela Lessa (1844-1922), Barão de Lessa

O local em que Pindamonhangaba foi instalada é de uma "natureza calma, mas opulenta, destas imensas planícies, que se fecham no horizonte aos pés das duas grandes serras da Mantiqueira e Bocaina, tem um aspecto majestoso, e, contemplada aos raios do sol poente ou ao reflexo pálido da lua, forma um painel arrebatador e sublime!"

Em 1860, a cidade tinha ruas largas e formosas, povoadas por prédios acabados.

Em meados de 1870, com o esgotamento das terras, o movimento abolicionista e a produção cada vez maior do Oeste paulista, acontece o início da decadência da cultura cafeeira de Pindamonhangaba, que se extinguiu no final da década de 1920, não tendo resistido aos golpes produzidos pela exaustão das terras, a libertação dos escravos e a crise econômica mundial. A partir daí Pindamonhangaba passa por mais um de seus graves períodos de estagnação econômica. Com a chegada de algumas famílias vindas principalmente de Minas Gerais, a economia de Pindamonhangaba passou a se apoiar na constituição de uma importante bacia leiteira, em extensas culturas de arroz e na produção de hortigranjeiros. Foi uma época de pequeno crescimento econômico, que se estendeu até o final da década de 1950, quando o Município entrou no ciclo pré-industrial, com o beneficiamento de produtos agropecuários, principalmente o arroz e o leite, movimentando a economia local.. O período de 1970 a 1985 foi, para Pindamonhangaba, uma fase de crescimento industrial extremamente acelerado, com a implantação de grandes indústrias, crescimento do comércio e da população, mudando profundamente, a face do Município.

Segunda Guerra Mundial

Na II Guerra Mundial, a cidade abrigou um campo de concentração que manteve como prisioneiros os tripulantes do navio alemão Windhuk. O único brasileiro nascido num campo de concentração, Carlos Johanes Braak, nasceu no campo de Pindamonhangaba em 1944.

Geografia

Clima

Pindamonhangaba está à altitude de 540 metros, possui clima subtropical úmido, apresentando temperatura média anual de 22,4°C. A temperatura média no inverno é de 11°C e a média no verão é de 31°C. Seu Índice pluviométrico anual é de 1.436,9 mm, sendo janeiro o mês mais chuvoso, com precipitação de 243,9 mm e julho o menos chuvoso, com 27,5 mm. Tem um clima ameno por estar situada no centro do Vale do Paraíba paulista e próxima tanto da Serra da Mantiqueira, como da Serra do Mar.

Flora

Pindamonhangaba, por estar localizada entre as serras da Mantiqueira e do Mar possui exuberantes matas, rios e cachoeiras. Entre as dezenas de pontos turísticos espalhados pela zona rural do município, destaca-se a Reserva Ecológica Municipal do Trabiju. Ao redor de sua cachoeira existem espécies raras da flora, entre elas o angico-branco, embaúba, guarantã, peroba, jaborandi, palmeiras e samambaias.

A lei municipal nº 1627, de 27 de junho de 1979, criou a “Reserva Florestal do Trabiju”, uma área compreendida pela Fazenda Represa, de propriedade do Município e localizada no bairro denominado Trabiju, a cerca de 16 km do centro da cidade. Esta Lei proíbe desmatar qualquer parcela daquela propriedade ou retirar espécimes da fauna e da flora existentes naquela mata.

Hidrografia

Rio Paraiba do Sul

Rio Piracuama

Córrego do Curtume

Córrego da Galega

Córrego do Campos Maia

Ribeirão Água Preta

Rio Una

Rio Ribeirão Grande

Rio das Oliveiras

Demografia

Dados do Censo de 2010

População residente: 146 995

Urbana: 141.708

Rural: 5.287

Homens: 72.288

Mulheres: 74.707

Densidade demográfica (hab./km²): 201,39

Dados do SEADE de 2010—2019

Mortalidade infantil (por mil nascidos vivos em 2017): 14,5

Taxa de envelhecimento (% em 2019): 72,78

Taxa de fecundidade (% em 2017): 49,78

Taxa de alfabetização (% em 2010): 96,13%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,773

IDH-M Renda: 0,745

IDH-M Longevidade: 0,843

IDH-M Educação: 0,736

Evolução populacional de 1991 a 2020

Fonte: IBGE – Cidades

Etnias

Fonte: IBGE – Censo 2010

Em 2022, segundo dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a população do município era composta por 99.855 brancos (60,36%), 53.685 pardos (32,45%), 10.656 pretos (6,44%), 1.106 amarelos (0,67%) e 116 indígenas (0,07%).

Religião

Fonte: IBGE – Censo 2010

No Censo de 2010, os resultados aferidos pelo IBGE constataram que a maioria da população residente permanecia adepta da religião Católica Apostólica Romana (64,42%). A cidade tem como padroeira, Nossa Senhora do Bom Sucesso. Em seguida, vem a religião Evangélica (24,48%), depois a religião Espírita (2,41%) e Testemunhas de Jeová (1,31%). Declararam-se sem religião, 5,59%. Os restantes 1,78% da população residente declararam-se de outras denominações ou de religiosidade indeterminada.

Em 2022, a composição religiosa da cidade era de 57,74% católicos, 28,65% evangélicos, 2,24% espíritas, 1,01% candomblecistas ou umbandistas, 0,02% de religiões tradicionais, 3,92% de outras religiões, 6,21% sem religião, 0,01% desconhecidos e 0,22% não declarados.

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Política e administração

Prefeito: Isael Domingues (PL) (2017-2024)

Vice-prefeito: Ricardo Piorino (União Brasil) (2017-2024)

Presidente da Câmara Municipal: Francisco Norberto Silva Rocha de Moraes – Norbertinho (Progressistas) (2023-2024)

Subdivisões

Moreira César (Distrito)

Cidades irmãs

Osaka, Japão (desde 11 de novembro de 2010)

Economia

Em 2020, Pindamonhangaba teve um PIB de R$ 9,03 bilhões. Deste valor, a maior participação foi do setor de serviços, com valor adicionado de R$ 3.62 bilhões (40%); em segundo lugar, o setor industrial, com R$ 2,96 bilhões (32,8%) e em terceiro lugar, a agropecuária, com R$ 36 milhões (0,3%). O valor adicionado de impostos foi de R$ 1,7 bilhões (18,8%). Sua indústria tem importante atuação na reciclagem de alumínio.

A estrutura produtiva local mantém predominância do setor de serviços — notadamente comércio, serviços empresariais e de apoio — e da Indústria de transformação com ênfase em metalurgia e processamento de materiais; também se destacam atividades de Logística e Construção civil. A Agropecuária tem peso residual, e o parque industrial registra operações de recuperação de metais, entre elas a reciclagem de alumínio, em linha com o perfil econômico do Vale do Paraíba paulista.

Evolução do PIB de 1999 a 2020

Fonte: IBGE – Cidades

Indústrias

Infraestrutura

Ferrovias

Estrada de Ferro Central do Brasil

Estrada de Ferro Campos do Jordão

Rodovias

SP-62

SP-123

SP-132

BR-116

Comunicações

O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade em 1967 pela Cia. Telefônica de Pindamonhangaba. Já o sistema de discagem direta à distância (DDD) foi implantado em 1978 pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP) com o código de área (0122).

Na década de 90 o código DDD da cidade foi alterado para (012), para padronização do sistema telefônico com a telefonia celular que estava sendo implantada em todo o estado.

Educação

Instituições de ensino

Centro Universitário Funvic (UniFUNVIC)

Universidade Paulista (UNIP) polo localizado no Colégio Objetivo

Faculdade Bíblica das Assembleias de Deus (FABAD)

Universidade Anhanguera-Uniderp (Anhanguera)

Faculdade de Tecnologia de Pindamonhangaba (FATEC)

Faculdade Santa Cecília (FASC)

Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)

Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL)

Grupo Educacional Uninter (UNINTER)

Filhos notáveis

Artes

Alarico Corrêa Leite - escultor

Bertha Celeste Homem de Mello - criou a versão em português Parabéns a Você, da música estadunidense "Happy Birthday To You"

Celso Machado - músico

Dunga - músico e apresentador da TV Canção Nova

João Antônio Romão - maestro e compositor, dirigiu em 1903 a Corporação Musical Euterpe, considerada a mais antiga banda musical em atividade no Brasil

João Gomes de Araújo - escritor e compositor, foi um dos fundadores do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo

José Geraldo Nogueira Moutinho - escritor e jornalista

Juó Bananère - músico, escritor e poeta

Luciano Amaral - ator e apresentador

Esportes

Éverson Felipe Marques Pires - futebolista - atuou nos clubes brasileiros, Ceará, Santos, Atlético Mineiro e como goleiro reserva da Seleção Brasileira

Gabriel Goffi - destaque mundial em jogos de pôquer online

João do Pulo - atleta olímpico - recordista mundial de salto triplo

Luiz Gustavo - futebolista - atuou nos clubes alemães Hoffenheim, FC Bayern de Munique, Wolfsburg e Seleção Brasileira, sendo membro da equipe titular da Copa do Mundo FIFA de 2014

Filantropia

Maria Hecilda Campos Salgado – filantropa, fundadora do Lar Escola São Francisco

História

Felisberto Pinto Monteiro - engenheiro agrônomo, um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba

João Pedro Cardoso - ecologista e engenheiro - Engenheiro da Comissão Construtora de Belo Horizonte; Inspetor da Agricultura de São Paulo; Diretor da Comissão Geográfica e Geológica de São Paulo (CGG). Em 1902 organizou o primeiro "Dia da Árvore" no Brasil, no município de Araras, sendo que, mais tarde conseguiu realizar solenidades sobre a data em outros municípios. Co-autor do Brasão de Pindamonhangaba

Mário de Assis César - médico e professor - presidiu a comissão que criou a Bandeira de Pindamonhangaba

Jornalismo

Fabio Turci - jornalista

Justiça

Manuel da Costa Manso - promotor de justiça - Procurador geral do Estado e ministro do Tribunal de Justiça de São Paulo

Militarismo

Antônio Moreira César - militar e participante da Campanha de Canudos

Antônio Salgado da Silva - (Visconde da Palmeira) - Capitão da Guarda Nacional

Eugênio Augusto de Melo - integrou a junta militar que governou o estado de Goiás

Francisco Marcondes Homem de Melo (Visconde de Pindamonhangaba) - fazendeiro e coronel da Guarda Nacional

Julio Marcondes César Salgado - militar - General Comandante da Força Pública de São Paulo, na Revolução Constitucionalista de 1932

Manuel Marcondes de Oliveira Melo (primeiro barão de Pindamonhangaba) - militar, comandante do I Esquadrão da Guarda de Honra que acompanhava D. Pedro I por ocasião do Grito do Ipiranga

Política

Américo de Moura Marcondes de Andrade - político - Presidente das Províncias do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul (Cargo equivalente hoje a Governador do Estado)

Antônio Dino da Costa Bueno - advogado, juiz e político - foi presidente do Senado Estadual de São Paulo e diretor da Faculdade de Direito de São Paulo

Ciro Gomes - advogado e político - prefeito de Fortaleza, governador do Ceará, deputado federal e ministro nos governos de Itamar Franco e Lula

Elói Bicudo Varela Lessa - político - presidiu o Partido Liberal no período pré-republicano

Elói Chaves - advogado, empresário e político (propôs a legislação precursora da Previdência Social do Brasil)

Fábio Riodi Yassuda - político e ministro da indústria e comércio no Governo Médici

Francisco Inácio Marcondes Homem de Melo - (Barão Homem de Melo) - nobre, político, escritor, professor e cartógrafo - Presidente das Províncias de São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul e Bahia; Presidente do Banco do Brasil; Ministro Interino da Guerra; Construtor da Estrada de Ferro Central do Brasil

Franklin Lima - político em Minas Gerais

Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho - médico e político - prefeito de Pindamonhangaba, governador do estado de São Paulo e vice-presidente do Brasil

Gustavo de Oliveira Godoy - político e médico - criou a Escola de Farmácia e Odontologia de Pindamonhangaba

Hélio Rosas - deputado federal entre 1987 e 1998, foi deputado constituinte

Inácio Bicudo de Siqueira Salgado - político e militar

Inácio Marcondes de Oliveira Cabral - político e religioso

Mário Tavares - político e jornalista - foi senador estadual e presidente do Banco do Estado de São Paulo

Pedro Leão Veloso - diplomata - Ministro de Relações Exteriores, presidiu a Primeira Assembleia da ONU realizada em São Francisco, Califórnia - EUA, representando o Brasil

Rodrigo Lobato Marcondes Machado - advogado e político - foi senador na República Velha e presidente da província do Rio Grande do Norte

Ciências e saúde pública

Emílio Marcondes Ribas - médico sanitarista - Criador do Instituto Butantan; Construtor da Estrada de Ferro Campos do Jordão; Descobridor da forma de transmissão de febre amarela no Brasil

Felisberto Pinto Monteiro - engenheiro e ambientalista

Turismo

Pontos turísticos

Bosque da Princesa

Circuito Mantiqueira

Estrada de Ferro Campos do Jordão

Fazenda Sapucaia

Palacete Visconde da Palmeira (Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina)

Pico do Itapeva

Reserva Ecológica do Trabiju

Palácio Dez de Julho

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Pindamonhangaba (SP) 17 min de leitura