Santa Izabel do Oeste (PR)
Santa Izabel do Oeste é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 14 521 habitantes.
História
Em meados da década de 1940, chegou no território onde hoje é Santa Izabel do Oeste, o primeiro morador, João Ribeiro Cordeiro, natural de Campos Novos (Santa Catarina), atraído pela propaganda da terra fértil. Acompanhado de João Druhm, Lauro Vidal, Antônio Maria Viana, Elzino Tolomiotti e Laura Etelvina Gonçalvez, abriram picadas, com facão e foice para dar início as plantações de subsistências.
Inicialmente, o território de Santa Izabel do Oeste pertencia ao município de Capanema e em 1961, com a emancipação de Ampére, a população Izabelense passou a lutar pela própria emancipação. Em 1° de março de 1962, pela lei n° 18/62 que criava o distrito administrativo de Santa Izabel do Oeste, João Cordeiro foi nomeado para o cargo de subprefeito. A partir deste momento, formou-se um comissão pró-emancipatória composta por Lino Rockembach, José Penso, Severino Bernardi, Valdir Ribas e Nestor Bocchi. A emancipação política do município foi conseguida pela lei n° 4788 de 29 de novembro de 1963. O nome do município foi escolhido em homenagem à mãe do fundador e colonizador João Ribeiro Cordeiro.
O primeiro prefeito eleito foi o Lino Rockembach, o qual criou cinco distritos. O primeiro foi Sarandi, criado pela lei Municipal n° 06 de 16 de janeiro de 1965. O distrito de Rio da Prata foi criado pela lei n° 07 de 16 de janeiro de 1965, e em 26 de outubro de 1967 tornou-se distrito judiciário por lei estadual, sendo o único desta categoria. No mesmo dia (16 de janeiro de 1965) criou-se o distrito administrativo de Jacutinga e a lei n° 09 criou o distrito de Anunciação. A lei n° 10 criou do quinto e último distrito: União do Oeste.
Somente em agosto de 1964 a GETSOP fez a demarcação dos lotes rurais e do perímetro urbano. Seus limites foram definidos pela Lei n° 43 de 25 de novembro de 1968 e a Lei n°42 fixou os nomes das praças, os quais são todos nomes de árvores que existiam em abundância na ocasião da ocupação, como: pinheiro, acácia, jacarandá, cedro, imbuía, ipê, coqueiro, carvalho, canela, marfim.