Mathias Lobato (MG)
Mathias Lobato é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Localiza-se no Vale do Rio Doce, estando situado a cerca de 350 km a leste da capital estadual. Ocupa uma área de aproximadamente 170 km², sendo que menos de 1 km² está em área urbana, e sua população foi estimada em 3 053 habitantes em 2025.
A cidade de Mathias Lobato está localizada às margens do rio Suaçuí Grande e entre Governador Valadares e Frei Inocêncio. A base da sua economia é o comércio e a pecuária leiteira. É cortada pela BR-116, uma das principais vias do Brasil.
História
A região onde se localiza Mathias Lobato foi uma das últimas a serem colonizadas em Minas Gerais, embora tenha sido desbravada no século XVIII. O povoado nasceu de um núcleo de acampamento na construção da BR-116.
Pela lei estadual nº 1.039, de 12 de dezembro de 1953, o povoado foi elevado à categoria de distrito, com o nome de Vila Matias, pertencente ao município de Governador Valadares. O então distrito foi emancipado pela Lei nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, tornando-se município com o nome de Vila Matias.
Em 1990, foi realizado um plebiscito, oportunidade em que a população local optou pela mudança para Mathias Lobato. Pela Lei Estadual nº 10.326, de 20 de dezembro de 1990, passou a prevalecer a denominação atual, de "Mathias Lobato".
Limites municipais
De acordo com a divisão administrativa do estado de Minas Gerais, fixada por lei estadual, o município de Mathias Lobato tem estabelecidos os seguintes limites municipais:
Com o município de Marilac - começa na foz do córrego Correnteza no ribeirão do Bugre, desce por este ribeirão até sua foz no rio Suaçuí Grande.
Com o município de Frei Inocêncio - começa na foz do ribeirão do Bugre no rio Suaçuí Grande, desce por este rio até a confluência do rio Itambacuri.
Com o município de Governador Valadares - começa na confluência dos rios Suaçuí Grande e Itambacuri, segue em rumo à foz do córrego Chonin no córrego do Porto Alegre, sobe por este córrego até sua mais alta cabeceira no divisor da vertente da margem direita do ribeirão do Bugre; daí, por espigão, alcança a cabeceira do córrego Correnteza, desce por este até sua foz no ribeirão do Bugre.