Dia Internacional das Mulheres Rurais
O Dia Internacional das Mulheres Rurais, celebrado em 15 de outubro, foi instituído pela Assembleia Geral da ONU em 2007 (Resolução 62/136). A data reconhece o papel fundamental das mulheres que vivem e trabalham no campo – agricultoras, pescadoras, extrativistas, quilombolas, indígenas, assentadas da reforma agrária – na produção de alimentos, na gestão dos recursos naturais e na preservação da biodiversidade.
Objetivos do dia
O dia 31 de dezembro, véspera de Ano-Novo ou Réveillon, marca o encerramento do calendário gregoria...
- Visibilizar a contribuição das mulheres rurais para a segurança alimentar e o desenvolvimento sustentável.
- Denunciar as desigualdades que enfrentam: menor acesso à terra, crédito, assistência técnica, tecnologia e saúde.
- Exigir políticas públicas que garantam seus direitos trabalhistas, previdenciários e à terra.
Situação no Brasil
O Dia de Celebração da Amizade Brasil-Argentina é comemorado anualmente em 30 de novembro. A data c...
- Mais de 7 milhões de mulheres vivem em áreas rurais (Censo 2022).
- Apenas 12% da terra no campo está registrada em nome de mulheres (INCRA).
- Elas dedicam até 14 horas diárias ao trabalho produtivo e doméstico, sendo a maioria sem remuneração.
- O Brasil tem 1,5 milhão de mulheres agricultoras na agricultura familiar – responsáveis por mais de 50% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros.
Temas recorrentes nas comemorações
O dia 30 de dezembro é, por definição, o marco oficial da "reta final". É aquele momento em que o p...
- Autonomia econômica e acesso à terra.
- Luta contra a violência no campo e na cidade.
- Mudanças climáticas e o protagonismo feminino na agroecologia.
- Valorização do trabalho não remunerado e dos saberes tradicionais.
Frase de destaque
A Black Friday não ocorre sempre no dia 29 de novembro; a data é móvel, pois acontece sempre na últ...
“Sem as mulheres rurais não há soberania alimentar, nem justiça climática, nem desenvolvimento igualitário.”
Organizações como a Via Campesina, Marcha das Margaridas e CONTAG promovem anualmente mobilizações para lembrar que o reconhecimento precisa se traduzir em direitos concretos.