Bem-vindo ao Canal Fez História, o seu portal dedicado à exploração profunda das civilizações antigas e eventos históricos que moldaram o mundo. Hoje, mergulhamos em um tema que sempre desperta curiosidade e espanto: o sexo na história. Longe de ser um tabu como em épocas mais recentes, a sexualidade em sociedades antigas era frequentemente entrelaçada com mitos, rituais religiosos e práticas cotidianas que, vistas pelos olhos modernos, parecem absolutamente bizarras. Neste artigo, selecionamos 7 curiosidades que vão desde o Antigo Egito – Antigo Império (c. 2686-2181 a.C.) até o Império Romano (27 a.C. – 476 d.C.), passando pela Mesopotâmia e outras culturas fascinantes.

Prepare-se para fatos que desafiam nossa visão contemporânea, baseados em evidências arqueológicas, mitos e relatos históricos. E se você quer saber mais sobre essas civilizações, explore nossas páginas dedicadas, como a Civilização Sumeriana (c. 4500-1900 a.C.) ou a Civilização Minoica (c. 2700-1450 a.C.), onde a sexualidade também deixava marcas na arte e nos costumes.

Por Que o Sexo Antigo Era Tão… Diferente?

A história da humanidade está repleta de práticas sexuais que refletem as crenças religiosas, sociais e até agrícolas de cada era. No Antigo Egito – Médio Império (c. 2055-1650 a.C.), por exemplo, o sexo era visto como força criadora divina, enquanto na Babilônia (c. 1894-539 a.C.), rituais envolviam prostituição sagrada. Essas curiosidades nos lembram que o que consideramos “normal” é cultural e temporal. Vamos às 7 mais bizarras!

1. A Masturbação Divina no Egito Antigo: O Deus que Criou o Mundo Sozinho

Imagine um deus criando o universo… masturbando-se. No Antigo Egito – Novo Império (c. 1550-1070 a.C.), o mito da criação conta que o deus Atum (ou Aton) se autoestimulou, e de seu sêmen nasceram os deuses Shu e Tefnut, que deram origem ao mundo. Textos piramidais antigos afirmam isso explicitamente!

“Atum criou Shu e Tefnut através do sêmen de sua masturbação.”

Não parava aí: faraós realizavam rituais públicos de masturbação à beira do Nilo para garantir a fertilidade das terras. Sacerdotes chegavam a ejacular no rio como símbolo de renovação. Bizarro? Para eles, era sagrado. Saiba mais sobre esses mitos na página Antigo Egito – Antigo Império (c. 2686-2181 a.C.), onde exploramos as raízes dessa cosmogonia.

Essa prática reflete como o sexo era ligado à criação em culturas como a Civilização do Vale do Indo (c. 3300-1300 a.C.), influenciadas por ideias semelhantes de fertilidade.

2. Incesto Real no Egito: Casamentos Entre Irmãos para Manter o Sangue “Puro”

No Egito Antigo, faraós como Tutancâmon casavam-se com irmãs para preservar a linhagem divina. Cleópatra, da era ptolomaica, seguiu essa tradição grega-egípcia. Mas por quê? Acreditavam que os faraós eram deuses encarnados, e misturar sangue mortal profanaria isso.

Evidências genéticas mostram deformidades em múmias reais devido ao incesto. Ainda assim, era comum nas dinastias, do Antigo Egito – Médio Império ao final. Compare com a Civilização Etrusca (c. 900-27 a.C.), onde relações familiares eram mais liberais, mas sem o mesmo foco divino.

Se você gosta de figuras históricas controversas, confira Cleópatra não está listada, mas similar a Alexandre o Grande ou [Tutancâmon implícito em Egito].

3. Pederastia na Grécia Antiga: Educação Através de Relações Homossexuais

Na Civilização Grega (c. 800-146 a.C.), relações entre homens adultos e adolescentes (pederastia) eram não só aceitas, mas incentivadas como forma de mentoria. Em Creta, rituais envolviam “sequestro” simbólico do jovem para ensiná-lo caça, guerra e… intimidade.

Platão e Aristóteles discutiam isso abertamente. Em Esparta, noivas raspavam a cabeça e vestiam roupas masculinas na noite de núpcias para facilitar a transição dos maridos, acostumados a relações homossexuais militares.

Isso contrasta com a Civilização Micênica (c. 1600-1100 a.C.), precursora mais guerreira. Para mais sobre filosofia grega, veja Platão ou Aristóteles.

4. Fálicos Protetores em Roma: Pênis Como Amuletos Contra o Mau Olhado

No Império Romano (27 a.C. – 476 d.C.), símbolos fálicos estavam em todos os lugares: pingentes, esculturas nas ruas, até em estradas apontando para bordéis! O deus Príapo, com pênis gigante, protegia contra inveja.

Crianças usavam amuletos fálicos, e gladiadores tinham fascinus (pênis alado). Romans extinguiram a planta silphium de tanto usá-la como contraceptivo em orgias.

Explore mais em República Romana (509-27 a.C.) ou figuras como Júlio César.

5. Prostituição Sagrada na Mesopotâmia e Babilônia: Sexo Como Oferenda aos Deuses

Na Babilônia (c. 1894-539 a.C.), mulheres deviam, uma vez na vida, ir ao templo de Ishtar e fazer sexo com estranho por dinheiro, oferecido à deusa. Heródoto descreve isso como obrigatório para todas as classes.

Na Suméria (c. 4500-1900 a.C.), prostitutas sagradas serviam nos templos. Isso se espalhou para Fenícia (c. 1500-300 a.C.).

Compare com Assíria (c. 2500-609 a.C.), onde práticas semelhantes existiam.

6. Contraceptivos Bizarrros: Esterco de Crocodilo e Outros no Egito

No Egito Antigo, mulheres usavam pessários de esterco de crocodilo misturado com mel para evitar gravidez. Outros testes: urinar em sementes para prever sexo do bebê.

Na Grécia e Roma, silphium era tão popular que extinguiu. Veja mais em Civilização Olmeca (c. 1500-400 a.C.) para contrastes mesoamericanos.

7. Orgias e “Pequenos Peixes” de Tibério: Excessos no Império Romano

O imperador Tibério, em Capri, treinava crianças para nadar e estimulá-lo debaixo d’água, chamando-as de “pequenos peixes”. Orgias com menores eram comuns entre elites.

Nero e Calígula seguiam padrões semelhantes. Para biografias, veja Augusto ou Constantino.

Essas práticas ecoam em culturas como a Civilização Chavín (c. 900-200 a.C.), com rituais xamânicos possivelmente eróticos.

Por Que Essas Práticas Eram Comuns?

Em resumo, o sexo antigo era ferramenta religiosa, social e política. Diferente da visão moderna, influenciada pelo Iluminismo (c. 1715-1789), onde racionalidade prevalece.

Para mais contextos, leia sobre Revolução Francesa (1789-1799) ou Renascimento (c. 1300-1600).

Perguntas Frequentes

O incesto era comum só no Egito?

Não, ocorria em dinastias como Império Hitita (c. 1600-1178 a.C.) e até em algumas famílias reais europeias posteriores.

A homossexualidade era aceita em todas as civilizações antigas?

Variava: aceita na Grécia, mas punida em algumas leis assírias da Assíria.

Existiam vibradores na antiguidade?

Sim, dildos de pedra na Civilização Indiana (c. 3300 a.C. – 500 d.C.) e couro na Grécia.

Como o sexo influenciava a política?

Figuras como Alexandre o Grande usavam relações para alianças.

Essas práticas continuaram na Idade Média?

Algumas sim, mas com repressão cristã; veja Cruzadas (1096-1291).

Essas 7 curiosidades mostram como o sexo era central na história, da Civilização Núbia (c. 3500 a.C. – 350 d.C.) à Civilização Asteca (c. 1345-1521). Se você se surpreendeu, explore mais no Canal Fez História – temos artigos sobre Getúlio Vargas, Segunda Guerra Mundial (1939-1945), Presidentes brasileiros como Deodoro da Fonseca até Jair Bolsonaro, e figuras como Abraham Lincoln, Adolf Hitler, Albert Einstein e Leonardo da Vinci.

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